Filosofia Circular

domingo, 24 de janeiro de 2016

Os quatro do banheiro IX - estranhos




Alean - Loucura é o que me responde Olivier, será que estamos em uma dimensão paralela na qual a torre de babel nunca existiu, e ouço um voz raivosa falando - volte para seu continente amaldiçoado mulher maldita.

Jack - A musica maldita para com meu grito e vejo que até aqui a voz de uma pessoa branca é obedecida pelos macacos negros da Africa e escuto um grito - Nazista desgraçado até aqui no limbo vocês existem.

Olivier - Ao ouvir a voz do brasileiro falando em dimensão só me levo a pensar no purgatório e uma alma reclama da música amaldiçoado os africanos, fico a pensar que a culpa é deles realmente

Abyra - para de cantar quando ouço um grito raivoso igual ao de uma fera que fala em nazismo e outra que fala em uma tal de Africa, que começam a discutir sobre cor da pele.

Autor: Alex Cunha Paiva

CONTINUA ........

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Os quatro do banheiro VIII - Deslocados



Alean - Procuro emitir um som e falo - Oi tem alguém me escutando - e após ouvir a resposta fico intrigado devido a nacionalidade da pessoa que está falando, como ela me entende?

Jack -  Seria um carma que até no julgamento final teria que está ao lado de um maldito francês, fico em silencio e ouço uma reza esquisita aparentando ser do continente amaldiçoado .

Olivier - Uma reza que lembra cantigas da núbia invadem a escuridão e acho que vim para o inferno, esperava ouvir cantos gregorianos no céu. 

Abyra - Começo a rezar para os deuses em oferenda para que eles me coloquem no mundo dos espíritos - de repente eles respondem - Como você me entende Olivier, sou do Brasil e falo Português? 
respondo dizendo para os deuses trazerem a luz.  

Autor: Alex Cunha Paiva

CONTINUA ...........  

domingo, 15 de novembro de 2015

Os quatro do banheiro VII - contatos



Alean - Nada é como em um sonho louco não sinto meu corpo e tento gritar e com sucesso consigo mesmo sem ter boca  e ouço alguém falando " é só isso" e fico assustado.


Jack - Procuro pegar em algo solido é nada, na verdade meu corpo sumiu e procuro me acalmar e escuto uma voz dizendo - me receba e perdoe meus pecados - chego a conclusão que estou na fila do julgamento final e grito - é só isso - e ouço um final de um grito.



Olivier - Escuridão e só tenho uma coisa a dizer - me receba e perdoe meus pecados- escuto um grito e começo a ficar com medo de qual local realmente estou



Abyra - A noite é a mais escura e calma de toda a minha existência e me preparo para o encontro com os Deuses quando escuto - Oi tem alguém me escutando - fico em silencio e ouço outra voz dizendo - sim, sou Olivier da França - os deuses tem nomes estranhos fico a pensar e falar.



Autor: Alex Cunha Paiva



CONTINUA ..................

domingo, 8 de novembro de 2015

Os quatro do banheiro VI - escuridão








Alean - O banheiro mais próximo fica na Universidade vale do Acaraú sem pestanejar sigo para lá, entro rapidamente no campus e felizmente acho o banheiro entro e tiro a água do joelho, quando de repente escuto - Xalatai e tudo fica escuro e não sinto mais meu corpo.

Jack - Encontro uma cabana abandonada e mijo como se nunca tivesse feito aquilo que alivio, de repente vejo uma estranha carruagem fora da cabana sem cavalos e sai um mestiço com roupas estranhas e diz - Xalatai  e tudo fica nas trevas e sinto que minha alma saiu de meu corpo.

Olivier - Faço xixi e me espanto com a cor da urina totalmente negra e rezo para que minha morte seja rápida e indolor, parece que minha preces foram atendidas tudo fica escuro e meu espirito
 fica leve quando escuto a palavra Xalatai.

Abyra - No buraco alivio minha bexiga com um liquido negro que me faz sentir leve e sem medo ao olhar para cima vejo um homem brilhante o que me faz arrepiar e diz Xalatai que faz a noite chegar para mim.

Autor: Alex Cunha Paiva

CONTINUA .............

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Os quatros do banheiro V - Xixi



Alean - Sinto um calor intenso ao ouvir a palavra e observo o senhor com um sorriso maquiavélico como se tivesse me passado um fardo que ele levava, agora sinto vontade de fazer xixi a estranha figura sai e entra em uma ruela sem olhar para trás, sigo o caminho e procuro um banheiro para me aliviar.

Jack - As águas em que estou perto começam a borbulhar com o calor do meu corpo após ouvir om feitiço daquele pescador bruxo, tenho a sensação de o diabo está se apoderando de mim, logo fico com uma vontade de mijar tremenda, enquanto o bruxo no barco se afasta sem falar nada sorrindo, maldição vou para a margem e sem explicação procuro um local para mijar como se estivesse no meio de uma multidão.

Olivier - calor muito calor me provocam as palavras ditas pelo velho, corro para uma cabana e procuro ver a figura horrenda, mais só vejo o velho rindo e correndo com uma alegria que me dar medo, sinto vontade de fazer xixi que é maior que meu estado de atenção.

Abyra - Meu corpo arde como uma brasa e o monstro ri inconstantemente me afasto dele e sinto vontade de mijar e procuro me abrigar em uma moita perto quando caio em um buraco escondido nela.
Autor: Alex Cunha Paiva

CONTINUA ............ 

domingo, 18 de outubro de 2015

Os quatros do banheiro IV - Xalatai




Alean - Já estou perto da cidade de Sobral e ao fundo vejo a serra da Meruoca e repentinamente um estranho frio se apodera de meu corpo, paro o carro e procuro me recuperar, quando um senhor magro com aparência esquelética  se aproxima e me diz:  Xalatai.

Jack - O estranho objeto começa a afundar no lago, fico com temor em pega-lo, no entanto minha vontade é maior de saber sobre ele pego  e sinto um frio terrível que  chega até meus ossos, solto ele e procuro me recuperar, quando um pescador chega e me diz: Xalatai

Olivier - A cadavérica figura chega e me toca com um estranho objeto que me causa calafrios e me fazem ficar rígido e olho para o inimigo que já está algumas milhas distante, espero pelo pior quando escuto uma explosão e vejo um velho se aproximando gritando: Xalatai

Abyra - Ao me recompor o estranho ser ecoa um grito estridente: Xalatai

Autor: Alex Cunha Paiva
CONTINUA ............

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Os quatros do banheiro III




Alean - Vejo uma moto no chão com uma senhora morta e com um estranho objeto no chão que lembra um objeto egípcio antigo, de repente o policial rodoviário me manda continuar para não atrapalhar o trânsito, sinto um estranho calafrio acho que algo vai acontecer.

Jack - Um objeto de madeira com uma figura parecida com um demônio negro e ao seu lado um pato já podre e com um furo enorme na barriga, me afasto e de repente ouço o bicho se mexer e sair em disparada para a seguir explodir sem explicação e olho para objeto e sinto um calafrio estranho.

Olivier- Um esqueleto com veste romanas na areia com uma lança e totalmente intacto na areia e imagino como Napoleão ficaria orgulhoso de mim por essa descoberta, pena estar a beira da morte vejo o primeiro inimigo e aponto meu fuzil para ele e noto que seu olhar muda do ódio para o medo só que não por minha causa, olho para trás e fico paralisado com aquele esqueleto andando em minha direção.

Abyra - Uma montanha de feras mortas como se tivessem sido caçadas por um animal gigante levo uma patada da fera que rasga meu braço e me arremessa rumo a morte no abismo quando de repente algo me segura e impede minha queda me viro e vejo um gigante com rosto animal que sorri para mim, sinto um calafrio terrível.
Autor: Alex Cunha Paiva
CONTINUA........