A doçura de ver a queda dos outros é incontestavelmente um sentimento que cresce na nossa sociedade cada vez mais umbilical, ou seja só quer ver a sua felicidade em detrimento a dos outros, triste fim de uma geração que parecia tão promissora.
domingo, 4 de maio de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
Atitudes para sair da depressão
Conteúdo enviado pelo internauta Paulo Franklin
Já convivi com pessoas depressivas e pude notar as terríveis dores emocionais que assolaram a alma delas. Quem sofre de depressão traz consigo uma cruz tão pesada que, na maioria dos casos, não encontra forças para carregá-la sozinha. Por isso, julgo necessário, como ajuda terapêutica para a cura da depressão, a presença de pessoas amigas na vida do depressivo, a fim de que estes entendam que não estão fadados a carregar por toda vida aquela terrível dor.
Os médicos dizem que a depressão é a doença do século. Concordo. Num mundo recheado de entretenimento, experimentamos um vazio existencial imenso. É um paradoxo: quanto mais coisas são inventadas para facilitar nossa vida, mais impotentes nos tornamos. A depressão é o mal do século, porque o homem desaprendeu a olhar para dentro de si e reservar momentos para ouvir seu coração. Vivemos tão sobrecarregados com o mundo exterior que o nosso mundo interior é esquecido.
Sempre sugiro aos depressivos que não se sintam envergonhados de sua condição. Esconder nossas feridas é a pior maneira de sará-las. Quando temos a coragem de dialogar com os outros sobre aquilo que nos assombra, com o tempo entendemos que nossos fantasmas estão mais na nossa mente do que no mundo. Enfim, aprendemos que ser feliz é usar os momentos de dor para crescer.
Para sair da depressão, o depressivo tem um compromisso de verdade consigo e com as pessoas que o cercam. Sabendo que é portador da doença, precisa urgentemente trazê-la para a zona da dúvida (por que estou sentindo isto? Quando começou? Tenho razões para estar assim? Se as tenho, porque as tenho?) e, em seguida, para a zona da determinação (eu quero e posso ficar curado!). A medicina já entendeu que o querer do paciente é a mais importante atitude para o processo de cura.
Resumindo: para sair da depressão, três atitudes são essenciais:
1ª → reservar momentos a sós para “conversar” com seus medos interiores;
2ª → ir ao encontro das outras pessoas e apreciar as maravilhas da natureza;
3ª → usar a arte da crítica para questionar os porquês da sua dor.
Hoje, convivendo com as pessoas que conseguiram sair da depressão, sinto muito orgulho de cada uma delas. Digo sempre que são outras pessoas: mais maduras, mais seguras de si e prontas para enfrentar qualquer dificuldade que a vida lhes apresentar. Não se tornaram super-heróis, mas homens e mulheres de carne e osso que entenderam que podem muito mais do que sua consciência julgava determinar.
Fonte: http://destrave.cancaonova.com/atitudes-para-sair-da-depressao/#sthash.bcRNFpnS.dpuf
terça-feira, 8 de abril de 2014
Você quer mudar alguma lei no Brasil? mande sua ideia para o senado

Se você acha que alguma coisa precisa mudar na legislação brasileira, pode apresentar sua ideia ao Senado e ela pode virar um projeto de lei. Isso é possível graças ao programa e-Cidadania, que permite a qualquer cidadão opinar sobre os projetos em tramitação e fazer suas próprias sugestões.
As ideias apresentadas são colocadas para votação de todos os internautas durante quatro meses. Aquelas que, nesse período, tiverem o apoio de pelo menos 20 mil cidadãos, são encaminhadas à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), onde são transformadas em projetos de lei formais e começam a tramitar normalmente, para exame de todos os senadores e deputados.
Como participar
O envio de sugestões é bastante simples. Não é necessário conhecer o jargão nem a técnica legislativa. Basta apresentar a ideia e justificá-la. No formulário para envio deve-se identificar uma área temática, sintetizar a proposta no campo “ideia central”; falar do problema que poderia ser solucionado ou atenuado pela proposta e depois detalhar a sugestão.
Antes de serem colocadas para votação dos demais internautas, as ideias serão submetidas a uma análise para evitar propostas inconstitucionais ou que já estejam contempladas na legislação ou em outro projeto de lei em tramitação. Por isso, pode demorar até sete dias para que a sugestão enviada seja publicada no site.
É importante lembrar que nem todo assunto pode ser transformado em projeto de lei por parte dos senadores. Há temas que são da competência exclusiva do presidente da República, como o projeto de lei orçamentária e a criação de cargos no Poder Executivo.
Marketing multinível e maconha
Até agora, duas sugestões já alcançaram o apoio de mais de 20 mil internautas e foram enviadas para a CDH: a que propõe a regulamentação do chamado marketing multinível e a que pleiteia a descriminalização da produção, venda e consumo da maconha. Atualmente, mais de 250 ideias estão abertas a votação.
Debates
Também é possível encaminhar sugestões de propostas de audiências públicas. O funcionamento é semelhante: uma vez alcançado o número mínimo de 10 mil votos de apoio à proposta no prazo máximo de três meses, ela é encaminhada à comissão temática adequada, que poderá ou não acatar a sugestão. Em 28 de novembro de 2013, a Comissão de Assuntos Sociais realizou a primeira audiência pública a pedido da sociedade, sobre a inclusão de fisioterapeutas entre os profissionais com lugar nos Serviços Especializados de Segurança e Medicina do Trabalho nas empresas públicas e privadas. Também já foi sugerido debate sobre aumento salarial para os integrantes das Forças Armadas. Há outras 59 sugestões abertas a votação dos internautas.
Se você tem uma ideia que pode contribuir para tornar o Brasil um lugar melhor, participe!
Foto: Lia de Paula / Agência Senado
Veja mais coisas legais no Tumblr do Senado: http://www.senadofederal.tumblr.com
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Mercadoria e trabalho alienado
A mercadoria se
baseia na produção de matérias primas que através do trabalho especializado as
torna nos produtos que são utilizados para vender para alimentar o sistema
capitalista, que se faz de todos os artificio para torna aquele produto
indispensável na vida do consumidor, se valendo do poder econômico e do poder
da mídia as empresas bombardeiam os potenciais dependentes de suas mercadorias
com doses diárias de propagandas que com uma criatividade absurda fazem uma
lavagem cerebral nos incautos telespectadores, que assistem maravilhados com a
possibilidade de comprar a pretensa felicidade embutidas em carros, eletrodoméstico.
Aparelhos eletrônicos, entre outros. Para alimentar este circulo de capital se
torna necessário à utilização de mão de obra barata para se obter mais lucro
com a mercadoria e não haver custos com o trabalhador, que a procura de
sobreviver se submete a trabalhos que tem como base a repetição e o cansaço
físico , fazendo dele um mero repetidor que não vê o resultado de seu trabalho
fazer parte de seu cotidiano frustrando totalmente suas pretensões de futuro,
cabendo a ele a se contentar em possuir certos produtos, sacrificando-se a
pagar empréstimos com prestações intermináveis para poder consumir aquilo que
produz se alienando da realidade e se afundando para dar lucro para o patrão
que já o explora.
Autor: Alex Cunha Paiva
domingo, 23 de março de 2014
a banalização da vida II

Excelente artigo sobre o assunto:
Nos dias atuais a banalização da vida humana é uma realidade. Crimes brutais têm se tornado frequentes por motivos irrisórios como dívidas, intolerância, impaciência e raiva generalizada. A razão para essa falta de bom senso, civilidade e humanidade, decorre das pessoas terem ciência de que no Brasil atitudes ilícitas nem sempre são tratadas com o rigor que merecem. Tal situação torna o ser humano frívolo e apático com relação à vida. No trânsito, por exemplo, uma simples imprudência pode acarretar perda de vidas, e apesar de tal atitude e consequência se repetirem com frequência algumas pessoas continuam a praticá-la. Todavia, o Estado e suas instituições deveriam conter estas atrocidades avidamente o que nem sempre ocorre de fato. Igualmente, a justiça tem se tornado, na maioria dos casos cada vez mais tardia. Novas leis ou leis mais severas têm sido instituídas a fim de se amenizar a forma descartável e materialista com que a existência humana e o fim dela vêm sendo ministradas pela sociedade. A assiduidade dos atentados contra a vida humana torna o homem indolente perante o valor da vida do próximo e o impede de pensar no bem-estar coletivo. Por óbvio, o que falta no mundo moderno são valores morais, educação, cultura e respeito a fim de que o estopim para insanidade homicida de um cidadão não seja a derrota do seu time em um campeonato de futebol ou o fim de um relacionamento. Logo, a vida humana perde o seu valor hodiernamente, pela impunidade e reiteradas falhas na Justiça. Além disso, como afirma a colunista Lya Luft “O verniz de civilidade que nos cobre é cada vez mais tênue”. É cediço que a grande questão que paira sobre o povo brasileiro é de como o Estado, no ápice da hipocrisia garante a vida humana quando a menospreza em hospitais públicos e delegacias. O estado atual de apatia perante a perda de vidas precisa ser modificado, através de novas posturas do ente estatal, que gradualmente refletiriam nas ações da população. Por iguais razões, diga-se que o direito à vida é reconhecido pela sociedade e pelo Estado, e o grande desafio é respeitá-la e vivê-la da melhor maneira possível sem lesar ou suprimir a vida do próximo.
*Hebert Mendes de Araújo Schütz é professor no curso de Direito da UFMS – Campus de Três Lagoas. Lívia Zanholo Santos é acadêmica de Direito.
terça-feira, 18 de março de 2014
A banalização I
Tudo está ficando banal até mesmo assassinatos no Brasil, fato preocupante que nos remota a época da barbárie em que isso era normal, fato estranho é que hoje o conhecimento está tão fácil de se obter, no entanto em vez de haver mais civilidade vemos mais casos de irracionalidade muito intrigante isso. tecerei novos posts a respeito visto que é um assunto relevante para nosso blog.
Autor: Alex Cunha Paiva
terça-feira, 11 de março de 2014
A dificuldade nós ajuda?
A dificuldade é muito importante para o crescimento do ser humano, ela mostra o tanto que podemos ser fortes, ali vemos a nossa capacidade ser colocada a toda a prova e tirarmos o melhor que temos, saímos da zona de conforto para demostrar todo o nosso potencial. O que seria do mundo sem ela, um lugar totalmente feito de acomodados, em sem um Mandela, Ghandi, Einstein dentre outros, então viva a dificuldade!
Autor: Alex Cunha Paiva
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