Filosofia Circular

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

sábado, 2 de fevereiro de 2019

A elite intelectual?

 Resultado de imagem para elite intecltual x proletariado


 O conhecimento deve ser reservado apenas a uma parte da população, o restante deve se especializar para trabalhar e não pensar, sim está é a ideia a ser concretizada no Brasil e adotada pelo atual governo, só o termo elite já nós deixa a par de quem é esse grupo privilegiado.
Autor: Alex Cunha Paiva

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Armas de fogo: O que a Filosofia tem a ver com isso?

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 Todos os debates que assisto sobre o porte de arma de fogo, e claro, quanto sua legalidade ou não, além das análises acerca do sucesso ou fracasso do Estatuto do Desarmamento, carecem de uma abordagem filosófica. Para tanto, vamos cumprir com o objetivo desta página.
Quando falamos de porte de arma de fogo, estamos diretamente tratando acerca das condutas dos indivíduos, seja em defesa da restrição ou da liberação. Aqueles que defendem a restrição acreditam que a conduta dos cidadãos seria um problema, aumentando o índice de criminalidade ou violência pelo uso de armas de fogo. Os que defendem a facilitação ao porte acreditam que quanto mais arma de fogo na mão da população, as condutas seriam adaptadas a esta nova situação, reduzindo os índices de violência e criminalidade.
Quando observamos um debate destes podemos perceber que, em sua grande maioria, não possuem uma abordagem Ética. Nesse ponto precisamos entender Ética. Esta é (de maneira grosseira), assim como a Estética e a Epistemologia, um campo de estudo da Filosofia. A Ética estuda a vida e todas suas implicações, como por exemplo, o que é a vida, ou como a vida deve ser conduzida para que seja boa ou adequada, e uma infinidade de assuntos que poderíamos abordar, mas esta não é a ocasião para tal.
Vamos concentrar nossos esforços no assunto deste texto. Quando falamos de conduta, podemos analisar a partir de uma relação causal, por exemplo: “João matou Pedro”. Para explicar sua relação causal, psicólogos, sociólogos, psicanalistas, e cientistas de diversas áreas terão mil e uma explicações. Contudo, para a Filosofia, a causa ou o porquê não é o mais importante, mas sim quanto à valoração da conduta. João matar Pedro foi certo ou errado? A Filosofia se inclina para discutir o valor de uma conduta, e é exatamente aqui que nossa conversa começa.
Para estudar a conduta temos que fazer uma parada obrigatória no estudo da Moral, então, nós vamos utilizá-la como ponto de partida para nossa análise. Platão, um dos filósofos mais importantes da história, nos apresenta a Moral com a alegoria “O anel de Giges”, encontrada no Livro II da República.
Em um resumo simples, Giges era um pastor de ovelhas, e durante um dia de trabalho, ele encontra um cadáver. Nesse cadáver algo lhe chama a atenção, um anel. Tempo depois, em um momento de vida social, como uma festa, ele se deu conta de que as pessoas passavam por ele como se não o enxergassem. Giges percebe que este fenômeno se devia ao fato de ele ter ou não ter o anel na mão. Ao portar o anel ninguém o via, quando não portava, todos o viam. Giges, então, percebe que o novo atributo lhe conferia imunidade frente ao olhar do outro, ao olhar condenatório, repressivo, fiscalizador. Giges se encontrava blindado por aquele anel. A partir disso, o comportamento dele mudou completamente, de posse do anel ele tornou-se um canalha, praticando diversos crimes de assassinato, estupro, etc.
Apesar de parecer boba, esta alegoria nos traz uma reflexão muito profunda acerca da Moral. Através dela, Platão nos apresenta a moralidade e pretende nos mostrar que a Conduta Moral depende de uma atividade da consciência de quem age e que não está submetida à interferência, que não da própria consciência do agente. O que se pretende ensinar com isso é que a Conduta Moral tem a ver com o que você faz, sobretudo, em condições de neutralidade repressiva. Ou se preferir, em situações em que não há fiscalização, uma situação de invisibilidade. A Moral, portanto, tem a ver com aquilo que você faz ou não faz, a partir de uma deliberação livre e não em função de um olhar repressor externo. Podemos chamar esta prática de Consciência Moral.
Você provavelmente pode lembrar-se que sempre que questionado sobre do que se trata a Moral, respondeu exatamente o contrário do que estamos apresentando. Certamente você acreditava que Moral se trata de um conjunto de regras de conduta que se fomentam a partir da observação de terceiros, ou seja, você pratica um ato Moral quando alguém ou alguma tabela te diria o que é Moralmente aceitável ou não. Na contramão desta equivocada perspectiva, a Moral é exatamente o que você pretende fazer ou não fazer em situações em que só depende de você mesmo decidir.
Platão usa esta alegoria para nos mostrar que a pertinência da Moral é o uso da consciência como critério para dar valor à conduta que se pratica ou irá praticar. Ora, se entendemos que uma análise quanto ao valor de uma conduta depende de uso prático da capacidade intelectiva sem interferência ou coação externa, podemos dizer que vivemos em uma sociedade Desmoralizada.
Venha comigo, para entender melhor. Lembra-se do “Sorria, você está sendo filmado”? Pois bem, vivemos em uma sociedade em que somos fiscalizados todo o tempo e passamos a agir e conduzir nossas vidas em situações em que fazemos ou não algo em detrimento de um olhar repressor. Desta forma, somos criados e criamos outros indivíduos a partir da ótica de: quando estiver sendo observado, faça o que deve ser feito, quando não estiver sendo observado, faça aquilo que quiser fazer.
Vamos voltar agora ao tema principal. Sabemos que no Brasil existe uma forte política de restrição do porte e comercialização de armas de fogo. Sabemos, também, que estamos em um país repleto de impunidade e que cometer um crime não gera uma grande consequência para quem o escolhe praticar. Bom, vamos criar um paralelo. Imagine que, por sermos fiscalizados por um poder de justiça e polícia estatal, praticamos nossas condutas dentro das normas estabelecidas pelas repressões externas. Contudo, parcela da população, assim como Giges, adquire uma blindagem ou imunidade, seja por possuir um cargo privilegiado nos órgãos fiscalizadores ou por possuir regalias perante a justiça.
Esta reflexão tem o objetivo de mostrar que, independente das regras impostas, aqueles que possuírem o anel de Giges irão praticar seus crimes sem qualquer tipo de constrangimento, e é exatamente isto que vemos nos dias de hoje. Resolvi escrever este texto devido ao aumento expressivo do número de assaltos, furtos, tentativas de homicídios, pessoas feridas com facadas, entre outros absurdos, no bairro onde moro.
Para tanto, eu, um cidadão que segue os ditames da Lei e dos princípios impostos, não posso defender-me quando “um Giges” me aborda com uma arma de fogo. Por esta breve reflexão, eu posso demonstrar que: TODA lei restritiva de porte de qualquer tipo de arma não impedirá que algum indivíduo blindado pratique seus crimes, desde que ele esteja portando seu Anel mágico.
Bom, mas e se o porte de arma fosse facilitado ou liberado?
Se por um lado, a tentativa de tirar do indivíduo a responsabilidade de dar valor as suas próprias ações gera conflitos e desmoraliza qualquer sociedade, por outro lado dar a ele as condições para que reflita sobre a responsabilidade de praticar um ato é obrigatoriamente incentivá-lo a começar a valorizar suas condutas a partir de uma Consciência Moral.
Desta forma, dar ao indivíduo o direito a portar uma arma de fogo é conferir-lhe o dever de ser responsável por suas condutas. Sendo assim, poderíamos virar todos “Giges” portando o anel da invisibilidade? Ué? Mas aí todos irão praticar crimes e viver fora da repressão externa? Não! Vamos explicar por que.
Lembra-se que “Giges” antes de portar o anel não praticava atos criminosos, e tão somente os praticou quando se tornou imune à fiscalização de terceiros? Pois bem, o nome daquilo que regula o indivíduo quando sobre fiscalização é MEDO. Sim, o Medo!
Se a Moral é a autotutela a partir da reflexão acerca dos valores da conduta, o Medo é a sensação propiciada pelo olhar repressor de outros. Para que fique mais claro, tanto a Moral quanto o Medo são formas de controle, uma é autocontrole e outra um controle externo. Para que fique ainda mais claro, se eu não pratico algo errado por uma consciência moral ou não pratico algo por medo, no final das contas, o resultado acaba sendo semelhante, ainda que com caminhos diferentes.
Em uma sociedade desmoralizada e de repressão e fiscalização intensa, aqueles que possuem o Anel passam a ser os “imunes que tudo podem”. Podem praticar crimes e possuírem privilégios por terem apenas 17 anos de idade, por exemplo, ou até mesmo cometerem crimes e se tornarem Ministros. Mas e quando tirarmos das mãos de todo mundo o “Anel de Giges”?! O resultado é claro. Aqueles que possuem consciência moral irão conduzir suas vidas a partir da valoração de suas condutas em detrimento de uma reflexão e ponderação do que seria certo e errado. Aqueles que conduzem suas vidas sem qualquer Consciência Moral irão temer as consequências de cometer crimes, uma vez que a fiscalização deixa de ser seletiva, caindo a invisibilidade que os conferiam imunidade e privilégios perante os olhos fiscalizadores. Estes passam a ter Medo.
Para concluir, quando falamos de condutas, temos duas formas de controle natural: Moral e Medo. Quem possui Consciência Moral irá valorar suas condutas a partir de uma reflexão, de um diálogo consigo mesmo, de uma deliberação livre, para posteriormente agir. Por outro lado, quem somente é capaz de agir a partir da tutela ou falta desta vinda do olhar de terceiros, também terá a sua conduta controlada. O que não podemos permitir é que deixemos nas mãos de um Estado (privilegiado) decidir quem pode ou não portar o Anel de Giges. Quer resolver o problema de segurança pública? Retire o Anel de todos, retire as imunidades e deixem que as pessoas conduzam suas vidas, seja pelo Medo de perdê-la ou pela Moral que nos faz dar valor a nossa vida e a vida de outrem.
Em uma situação prática, me responda: qual a chance de alguém atirar em pessoas no meio da rua? Tende a zero, pois ou ela acha Moralmente errado ou ela tem Medo de perder sua vida.
Espero que a Filosofia ajude a esclarecer os debates e que as suas conversas de bar fiquem muito mais ricas após esta leitura.
Fonte: https://www.facebook.com/filosofodeboteco/posts/armas-de-fogo-o-que-a-filosofia-tem-a-ver-com-issotodos-os-debates-que-assisto-s/131545917255443/
 

A filosofia voltou a mim inquietar!

retornando depois de um período mundano e sem indagações filosóficas, o blog vai voltar com tudo aguardem.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Vida ET


 http://s2.glbimg.com/-kLJr45zlTbPj4eDMB8csMAzSVk=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2015/04/06/285_colunas_01.jpg

De acordo com um cálculo elaborado por especialistas da NASA, existem 100 milhões de planetas em nossa galáxia que poderiam abrigar alguma forma de vida inteligente. É bem possível, portanto, que, daqui a duas décadas, a humanidade descubra a existência de seres extraterrestres. Durante a última conferência na sede de Washington, representantes da NASA revelaram um plano para procurar vida extraterrestre com a ajuda da última tecnologia em telescópios.
A previsão é que, em 2017, seja lançado o Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS), que vai trabalhar em conjunto com o telescópio espacial James Webb, a ser lançado um ano depois. Ambos vão atuar para descobrir se, em algum dos milhões de planetas potencialmente aptos para a vida inteligente, existe alguma impressão química que a comprove. “O que não sabíamos há cinco anos é que, em, aproximadamente, 10% a 20% dos casos, há planetas do tamanho da Terra que orbitam estrelas e que se encontram na zona habitável”, declarou Matt Mountain, um dos cientistas que preparam o lançamento do telescópio James Webb.
“Está no nosso alcance chegar a uma descoberta que vai mudar o mundo para sempre”. “Penso que, dentro de 20 anos, descobriremos que não estamos sozinhos no universo”, afirmou o astronauta Kevin Hand, que acredita que Europa, um dos satélites de Júpiter, pode abrigar vida. 
Fonte: https://seuhistory.com/noticias/nasa-afirma-vida-alienigena-aparecera-em-20-anos

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Um futuro nebuloso para a juventude se anuncia




Avançamos para um futuro extremamente nebuloso. Claro que o futuro é o lugar do desconhecido, do inesperado e traz naturalmente inseguranças e até um pouco de apreensão.  Natural que seja assim. Mas o que estamos vislumbrando hoje é uma quase total (para não ser pessimista, semprehá possibilidade de mudanças) ausência de perspectivas para as juventudes mais vulnerabilizadas. As propostas para a educação pública preocupam. Não podemos nos dar o luxo de prescindir elementos na educação,  ou melhor, nós não deveríamos de maneira nenhuma, fazer nada que não fosse fazê-la melhorar cada vez mais.  Se não tivermos políticas públicas que deem conta de dar condições aos jovens de acessar o mercado de trabalho e garantir uma educação que auxilie neste processo,  é certo que estaremos muito próximos de uma grande ameaça ao futuro. Como tenho escrito aqui inúmeras vezes, para as juventudes vulnerabilizadas, educação e trabalho, mais do que garantir mobilidade social e acesso à mais consumo, é uma questão de sobrevivência, de ter a possibilidade de manterem-se vivas.
* Colunista, Consultora na ONG Asplande e Membro da Rede de Instituições do Borel

Fonte:http://www.jb.com.br/comunidade-em-pauta/noticias/2016/10/16/um-futuro-nebuloso-para-a-juventude-se-anuncia/

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Clientelismo

Recebe o nome de clientelismo a prática política de troca de favores, na qual os eleitores são encarados como "clientes". O político concentra seus projetos e funções no objetivo de prover os interesses de indivíduos ou grupos com os quais mantém uma relação de proximidade pessoal, e em meio a esta relação de troca é que o político recebe os votos que busca para se eleger no cargo desejado. Desta forma, clientelismo diz respeito a trocas individuais de bens privados entre indivíduos desiguais, denominados patrões e clientes. A origem dessas relações possui suas raízes na sociedade rural tradicional, assim como nos laços entre latifundiários e camponeses fundados na reciprocidade, confiança e lealdade.
O conceito de clientelismo foi muito usado, sobretudo por autores estrangeiros escrevendo sobre o Brasil, sendo que o termo era sempre empregado de maneira um tanto vaga. É possível estender o conceito básico do clientelismo para uma visão mais contemporânea, que se traduz em um tipo de relação entre atores políticos, envolvendo a concessão de benefícios públicos, na forma de empregos, benefícios fiscais, isenções, em troca de apoio político, permanecendo a sua forma básica, que envolve a negociação do voto. Na literatura internacional, é este um dos sentidos em que o conceito é comumente utilizado, onde clientelismo seria um atributo variável de sistemas políticos macro e que podem conter maior ou menor dose de clientelismo nas relações entre atores políticos. O clientelismo, assim, traduz um fenômeno de relação cuja dominação é maior do que a que ocorre com outros fenômenos similares, como por exemplo, o do coronelismo.
O clientelismo tem como finalidade principal amarrar politicamente o beneficiado. Os intermediários dos favores, prestados às custas dos cofres públicos, são os chamados clientelistas, despachantes de luxo ou ainda traficantes de influências. O grande objetivo dos intermediários é o voto do beneficiado ou dinheiro, componentes básicos do que identificamos como corrupção. A partir deste ponto de vista, temos que o clientelismo é a porta da corrupção política, sendo o sistema que dá origem à maioria esmagadora das irregularidades políticas e institucionais, assim como proporciona o mal uso da "máquina administrativa", que passa a ser direcionada apenas a finalidades estritamente perversas, sendo os prejudicados, no final, a grande maioria dos cidadãos que desejam seguir cumprindo com seus deveres.
O combate a tal prática danosa ao progresso de qualquer sociedade dá-se, sem sombra de dúvida por meio de uma maior educação formal e um esclarecimento de todos os cidadãos, para evitarem o predomínio de determinados grupos sobre outros, algo que impede o melhoramento social, político e econômico de qualquer coletividade.
Fonte: http://www.infoescola.com/politica/clientelismo/
Bibliografia:
Clientelismo. Disponível em <http://www.politicaparapoliticos.com.br/glossario.php?id_glossario=49>. Acesso em: 25 set. 2011.

BÖHME, Gerhard Erich. O que é Clientelismo Político e como superá-lo? . Disponível em <http://www.alertatotal.net/2006/05/o-que-clientelismo-poltico-e-como.html>. Acesso em: 25 set. 2011.
CARVALHO, José Murilo de. Mandonismo, Coronelismo, Clientelismo: Uma Discussão Conceitual. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0011-52581997000200003&script=sci_arttext>. Acesso em: 25 set. 2011.
Arquivado em: História do Brasil, Política

Clientelismo

Recebe o nome de clientelismo a prática política de troca de favores, na qual os eleitores são encarados como "clientes". O político concentra seus projetos e funções no objetivo de prover os interesses de indivíduos ou grupos com os quais mantém uma relação de proximidade pessoal, e em meio a esta relação de troca é que o político recebe os votos que busca para se eleger no cargo desejado. Desta forma, clientelismo diz respeito a trocas individuais de bens privados entre indivíduos desiguais, denominados patrões e clientes. A origem dessas relações possui suas raízes na sociedade rural tradicional, assim como nos laços entre latifundiários e camponeses fundados na reciprocidade, confiança e lealdade.
O conceito de clientelismo foi muito usado, sobretudo por autores estrangeiros escrevendo sobre o Brasil, sendo que o termo era sempre empregado de maneira um tanto vaga. É possível estender o conceito básico do clientelismo para uma visão mais contemporânea, que se traduz em um tipo de relação entre atores políticos, envolvendo a concessão de benefícios públicos, na forma de empregos, benefícios fiscais, isenções, em troca de apoio político, permanecendo a sua forma básica, que envolve a negociação do voto. Na literatura internacional, é este um dos sentidos em que o conceito é comumente utilizado, onde clientelismo seria um atributo variável de sistemas políticos macro e que podem conter maior ou menor dose de clientelismo nas relações entre atores políticos. O clientelismo, assim, traduz um fenômeno de relação cuja dominação é maior do que a que ocorre com outros fenômenos similares, como por exemplo, o do coronelismo.
O clientelismo tem como finalidade principal amarrar politicamente o beneficiado. Os intermediários dos favores, prestados às custas dos cofres públicos, são os chamados clientelistas, despachantes de luxo ou ainda traficantes de influências. O grande objetivo dos intermediários é o voto do beneficiado ou dinheiro, componentes básicos do que identificamos como corrupção. A partir deste ponto de vista, temos que o clientelismo é a porta da corrupção política, sendo o sistema que dá origem à maioria esmagadora das irregularidades políticas e institucionais, assim como proporciona o mal uso da "máquina administrativa", que passa a ser direcionada apenas a finalidades estritamente perversas, sendo os prejudicados, no final, a grande maioria dos cidadãos que desejam seguir cumprindo com seus deveres.
O combate a tal prática danosa ao progresso de qualquer sociedade dá-se, sem sombra de dúvida por meio de uma maior educação formal e um esclarecimento de todos os cidadãos, para evitarem o predomínio de determinados grupos sobre outros, algo que impede o melhoramento social, político e econômico de qualquer coletividade.
Fonte: http://www.infoescola.com/politica/clientelismo/
Bibliografia:
Clientelismo. Disponível em <http://www.politicaparapoliticos.com.br/glossario.php?id_glossario=49>. Acesso em: 25 set. 2011.

BÖHME, Gerhard Erich. O que é Clientelismo Político e como superá-lo? . Disponível em <http://www.alertatotal.net/2006/05/o-que-clientelismo-poltico-e-como.html>. Acesso em: 25 set. 2011.
CARVALHO, José Murilo de. Mandonismo, Coronelismo, Clientelismo: Uma Discussão Conceitual. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0011-52581997000200003&script=sci_arttext>. Acesso em: 25 set. 2011.
Arquivado em: História do Brasil, Política

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Os quatro do banheiro XII - Diplomacia


Alean - Começo a raciocinar que aquelas vozes são de diferentes pessoas no período histórico e me indago se estaria em uma dimensão em que vão todas as almas e pergunto se todos morreram. 

Jack - a voz me diz que estou morto, mais não lembro de nenhum golpe fatal ou dor 

Olivier - Me soa estranho a explicação da voz sobre mundo dos mortos, isto é uma blasfêmia afinal sempre soube que existe um purgatório é para mim é onde estou.  

Abyra - Os deuses me comparam a eles, estou começando a ver que uma luz brilhante onde vejo três vultos chegou a hora de ver eles.

FIM DA PRIMEIRA TEMPORADA

Autor: Alex Cunha Paiva

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Os quatro do banheiro XI - raça




Alean - o que são vocês ? - pergunto em voz alta para saber, afinal pessoas que nunca ouviram falar em nazismo devem ser de outra dimensão ou almas infernais - o nazismo foi uma tentativa da Alemanha em propagar os ideais arianos e julgando os outros povos como sub-raça principalmente os judeus - explico.

Jack - Os imundos da Alemanha como assim, somente os negros são sub raça, nunca tinha ouvido falar, mentirosa voz.

Olivier - Como nunca tinha tinha sabido isso da Alemanha, sempre me pareceu um pais racionalista e cristão, acho que a tal voz fala de algum outro lugar.

Abyra - Como seriam esse arianos ?

Continua.........
Autor: Alex Cunha Paiva



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Os quatro do banheiro X - Choque temporal




Alean - Após xingar a voz preconceituosa de nazista, escuto 4 vozes perguntando - O que é nazismo?

Jack - Me sinto estranho ao ouvir a palavra nazismo e fico perturbado com a palavra o que me leva a perguntar a voz acusadora o seu significado.

Olivier - Começo a pensar que a escuridão é somente o sinal que estou indo para o inferno e pergunto se o nazista seriam os soldados do demônio?

Abyra - Cor da pele, a voz raivosa parecia odiar macacos dessa tal Africa, não sei o motivo, no entanto me sinto curiosa para saber o que é o nazismo?

Autor: Alex Cunha Paiva

Continua ...........

domingo, 24 de janeiro de 2016

Os quatro do banheiro IX - estranhos




Alean - Loucura é o que me responde Olivier, será que estamos em uma dimensão paralela na qual a torre de babel nunca existiu, e ouço um voz raivosa falando - volte para seu continente amaldiçoado mulher maldita.

Jack - A musica maldita para com meu grito e vejo que até aqui a voz de uma pessoa branca é obedecida pelos macacos negros da Africa e escuto um grito - Nazista desgraçado até aqui no limbo vocês existem.

Olivier - Ao ouvir a voz do brasileiro falando em dimensão só me levo a pensar no purgatório e uma alma reclama da música amaldiçoado os africanos, fico a pensar que a culpa é deles realmente

Abyra - para de cantar quando ouço um grito raivoso igual ao de uma fera que fala em nazismo e outra que fala em uma tal de Africa, que começam a discutir sobre cor da pele.

Autor: Alex Cunha Paiva

CONTINUA ........

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Os quatro do banheiro VIII - Deslocados



Alean - Procuro emitir um som e falo - Oi tem alguém me escutando - e após ouvir a resposta fico intrigado devido a nacionalidade da pessoa que está falando, como ela me entende?

Jack -  Seria um carma que até no julgamento final teria que está ao lado de um maldito francês, fico em silencio e ouço uma reza esquisita aparentando ser do continente amaldiçoado .

Olivier - Uma reza que lembra cantigas da núbia invadem a escuridão e acho que vim para o inferno, esperava ouvir cantos gregorianos no céu. 

Abyra - Começo a rezar para os deuses em oferenda para que eles me coloquem no mundo dos espíritos - de repente eles respondem - Como você me entende Olivier, sou do Brasil e falo Português? 
respondo dizendo para os deuses trazerem a luz.  

Autor: Alex Cunha Paiva

CONTINUA ...........  

domingo, 15 de novembro de 2015

Os quatro do banheiro VII - contatos



Alean - Nada é como em um sonho louco não sinto meu corpo e tento gritar e com sucesso consigo mesmo sem ter boca  e ouço alguém falando " é só isso" e fico assustado.


Jack - Procuro pegar em algo solido é nada, na verdade meu corpo sumiu e procuro me acalmar e escuto uma voz dizendo - me receba e perdoe meus pecados - chego a conclusão que estou na fila do julgamento final e grito - é só isso - e ouço um final de um grito.



Olivier - Escuridão e só tenho uma coisa a dizer - me receba e perdoe meus pecados- escuto um grito e começo a ficar com medo de qual local realmente estou



Abyra - A noite é a mais escura e calma de toda a minha existência e me preparo para o encontro com os Deuses quando escuto - Oi tem alguém me escutando - fico em silencio e ouço outra voz dizendo - sim, sou Olivier da França - os deuses tem nomes estranhos fico a pensar e falar.



Autor: Alex Cunha Paiva



CONTINUA ..................

domingo, 8 de novembro de 2015

Os quatro do banheiro VI - escuridão








Alean - O banheiro mais próximo fica na Universidade vale do Acaraú sem pestanejar sigo para lá, entro rapidamente no campus e felizmente acho o banheiro entro e tiro a água do joelho, quando de repente escuto - Xalatai e tudo fica escuro e não sinto mais meu corpo.

Jack - Encontro uma cabana abandonada e mijo como se nunca tivesse feito aquilo que alivio, de repente vejo uma estranha carruagem fora da cabana sem cavalos e sai um mestiço com roupas estranhas e diz - Xalatai  e tudo fica nas trevas e sinto que minha alma saiu de meu corpo.

Olivier - Faço xixi e me espanto com a cor da urina totalmente negra e rezo para que minha morte seja rápida e indolor, parece que minha preces foram atendidas tudo fica escuro e meu espirito
 fica leve quando escuto a palavra Xalatai.

Abyra - No buraco alivio minha bexiga com um liquido negro que me faz sentir leve e sem medo ao olhar para cima vejo um homem brilhante o que me faz arrepiar e diz Xalatai que faz a noite chegar para mim.

Autor: Alex Cunha Paiva

CONTINUA .............

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Os quatros do banheiro V - Xixi



Alean - Sinto um calor intenso ao ouvir a palavra e observo o senhor com um sorriso maquiavélico como se tivesse me passado um fardo que ele levava, agora sinto vontade de fazer xixi a estranha figura sai e entra em uma ruela sem olhar para trás, sigo o caminho e procuro um banheiro para me aliviar.

Jack - As águas em que estou perto começam a borbulhar com o calor do meu corpo após ouvir om feitiço daquele pescador bruxo, tenho a sensação de o diabo está se apoderando de mim, logo fico com uma vontade de mijar tremenda, enquanto o bruxo no barco se afasta sem falar nada sorrindo, maldição vou para a margem e sem explicação procuro um local para mijar como se estivesse no meio de uma multidão.

Olivier - calor muito calor me provocam as palavras ditas pelo velho, corro para uma cabana e procuro ver a figura horrenda, mais só vejo o velho rindo e correndo com uma alegria que me dar medo, sinto vontade de fazer xixi que é maior que meu estado de atenção.

Abyra - Meu corpo arde como uma brasa e o monstro ri inconstantemente me afasto dele e sinto vontade de mijar e procuro me abrigar em uma moita perto quando caio em um buraco escondido nela.
Autor: Alex Cunha Paiva

CONTINUA ............ 

domingo, 18 de outubro de 2015

Os quatros do banheiro IV - Xalatai




Alean - Já estou perto da cidade de Sobral e ao fundo vejo a serra da Meruoca e repentinamente um estranho frio se apodera de meu corpo, paro o carro e procuro me recuperar, quando um senhor magro com aparência esquelética  se aproxima e me diz:  Xalatai.

Jack - O estranho objeto começa a afundar no lago, fico com temor em pega-lo, no entanto minha vontade é maior de saber sobre ele pego  e sinto um frio terrível que  chega até meus ossos, solto ele e procuro me recuperar, quando um pescador chega e me diz: Xalatai

Olivier - A cadavérica figura chega e me toca com um estranho objeto que me causa calafrios e me fazem ficar rígido e olho para o inimigo que já está algumas milhas distante, espero pelo pior quando escuto uma explosão e vejo um velho se aproximando gritando: Xalatai

Abyra - Ao me recompor o estranho ser ecoa um grito estridente: Xalatai

Autor: Alex Cunha Paiva
CONTINUA ............

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Os quatros do banheiro III




Alean - Vejo uma moto no chão com uma senhora morta e com um estranho objeto no chão que lembra um objeto egípcio antigo, de repente o policial rodoviário me manda continuar para não atrapalhar o trânsito, sinto um estranho calafrio acho que algo vai acontecer.

Jack - Um objeto de madeira com uma figura parecida com um demônio negro e ao seu lado um pato já podre e com um furo enorme na barriga, me afasto e de repente ouço o bicho se mexer e sair em disparada para a seguir explodir sem explicação e olho para objeto e sinto um calafrio estranho.

Olivier- Um esqueleto com veste romanas na areia com uma lança e totalmente intacto na areia e imagino como Napoleão ficaria orgulhoso de mim por essa descoberta, pena estar a beira da morte vejo o primeiro inimigo e aponto meu fuzil para ele e noto que seu olhar muda do ódio para o medo só que não por minha causa, olho para trás e fico paralisado com aquele esqueleto andando em minha direção.

Abyra - Uma montanha de feras mortas como se tivessem sido caçadas por um animal gigante levo uma patada da fera que rasga meu braço e me arremessa rumo a morte no abismo quando de repente algo me segura e impede minha queda me viro e vejo um gigante com rosto animal que sorri para mim, sinto um calafrio terrível.
Autor: Alex Cunha Paiva
CONTINUA........

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Os quatros do banheiro II



Alean - Como o sertão está quente e começo a sentir que o carro não vai aguentar por muito tempo, observo na janela homens vendendo avoantes um pássaro que corre o risco de extinção nas estradas e revejo certos conceitos filosóficos sobre o homem e a natureza, de repente algo acontece na estrada na frente parece ser um acidente paro para ver e me assusto com o que vejo.


Jack- Meus colegas de caça estão do outro lado do lago e estou sozinho e com uma dor terrível no braço herança do tempo militar, algo se moveu no lago será que minha sorte mudou corro e me deparo com algo assustador.



Olivier- Gritos ao longe de inimigos árabes acho que me rastrearam pego minha arma é estou pronto pro embate final, procuro um local propicio para matar o máximo deles em nome do imperador, me vejo em cima de um banco de areia e piso em algo e ao olhar fico estarrecido.


Abyra- Me abrigo em uma moita e espero que a fera não me veja, claro que sei não adiantara e começo a sentir o temor da morte e me preparo com a lança e vejo a fera vindo em minha direção me movo e esbarro em algo pior que a fera.   


Continua ..........



Autor: Alex Cunha Paiva